Pesquisa mostra que empresas aprovam ao IFRS, mas querem prazo maior para implantação

A implantação do IFRS (International Financial Reporting Standards), conjunto de normas que padronizam os procedimentos contábeis em nível internacional, deverá trazer benefícios para a contabilidade das empresas brasileiras, tornando os relatórios mais padronizados. Essa é a avaliação de 75,1% das 398 pessoas que participaram de uma pesquisa promovida pela WK Sistemas, empresa líder no mercado e soluções contábeis e fiscais no Brasil. Apesar de aprovar o IFRS, a maioria considera que é cedo para sua implantação: 65,1% acham que as empresas precisam de um tempo maior para se adaptar e 46% entendem que o governo deveria promover antes uma reforma tributária.

A pesquisa revelou ainda que apenas 21,9% dos respondentes desconhece completamente o assunto. Quase 80% tem pleno conhecimento ou pelo menos ouviu falar superficialmente. A consulta foi realizada entre os dias 4 e 27 de abril, por meio de formulário eletrônico enviado a uma base de dados com empresas de todo o país.

Conhecimento

Apenas 21,9% responderam que desconhecem completamente o IFRS. O percentual dos que conhecem parcialmente foi de 23,6%, enquanto que 54,5% afirmaram conhecer superficialmente o assunto.

Efeitos

Para 75,1%, os efeitos da implantação do IFRS serão benéficos para a contabilidade das empresas, tornando os relatórios padronizados, enquanto que 21,3% não souberam avaliar os possíveis efeitos. Para 2,2% o IFRS atrapalhará a contabilidade das empresas. Os que acreditam que não fará nenhuma diferença somaram 1,4%.

Prazo maior

Embora a maioria aprove o IFRS, 65,1% defendem um prazo maior para que as empresas possam se adaptar. Outros 16,9% não têm opinião formada sobre prazos para implantação, enquanto que 13,5% consideram que a exigência pode entrar logo em vigor. O prazo foi considerado indiferente para 4,5%.

Situações

Metade dos respondentes (50,3%) respondeu que o IFRS deveria ser aplicado a todas as empresas, independentemente do porte. Para 16,9%, deveria ser obrigatório apenas para as grandes empresas. A adesão deveria ser optativa para 15,7%, enquanto que 17,1% não têm argumentos para responder à questão.

Momento

Para 46,1%, este não é o momento certo para a implantação do IFRS, pois o governo deveria promover antes uma reforma tributária. Já para 34,8%, o assunto é prioridade e está sendo implantado no momento certo. Outros 19,1% disseram-se sem argumentos para opinar.

Adaptação

A adoção do IFRS pelo Brasil deverá afetar principalmente os escritórios de contabilidade e os fornecedores de software de gestão, que precisam ser adaptados ao novo modelo. As regras vêm sendo implementadas desde 2008, abrangendo as empresas Limitadas de grande porte, além das S.A. e empresas de pequeno e médio portes.

Estanislau Mário Balzan, diretor de Marketing da WK Sistemas, empresa líder no desenvolvimento de sistemas contábeis no país e pioneira no desenvolvimento de soluções adaptadas para atender esta nova realidade contábil, diz que a tecnologia é uma aliada fundamental na implementação das novas regras. “Já conseguimos implementar soluções que permitem que as demandas do IFRS sejam cumpridas com o mínimo esforço e índice zero de retrabalho”, explica.

A WK Sistemas formou um grupo técnico no momento em que foram definidos os critérios de implantação do IFRS direcionados às pequenas e médias empresas. “Devido ao nosso conhecimento pioneiro em soluções contábeis no Brasil, tanto nossos sistemas contábeis quanto o ERP Radar Empresarial agregaram funções que conferem total tranquilidade às pequenas e médias empresas (PMEs) no que tange à adaptação e atendimento das exigências do IFRS”, assinala Balzan.

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